Interpretando a evolução da ética como uma história da crueldade, Nietzche critica as mais caras ideologias ocidentais - a compaixão, a igualdade, a crença na verdade - e expõe algumas de suas teses mais controversas. A Genealogia da moral tece uma crítica à moral vigente a partir do estudo da origem dos princípios morais que regem o Ocidente desde Sócrates.
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Nietzsche - Genealogia da Moral
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Lucas Zanin
on terça-feira, 20 de dezembro de 2011
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Nietzsche - Cinco Prefácios Para Cinco Livros Não Escritos
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Lucas Zanin
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Estes textos do filósofo Nietzsche, escritos em 1872, deveriam preceder outros cinco livros, nunca terminados. Eles constituem projetos concentrados das obras que os sucederiam, e têm como temas a cultura, a Alemanha do século passado, a arte e a filosofia – tomando como base a cultura grega. "O ser humano, em suas mais elevadas e nobres capacidades, é totalmente natureza, carregando consigo seu inquietante duplo caráter. As capacidades terríveis do homem, consideradas desumanas, talvez constituam o solo frutífero de onde pode brotar toda a humanidade, em ímpetos e obras."
Nietzsche - Aurora - Reflexões sobre os Preconceitos Morais
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Lucas Zanin
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Publicado em 1881, 'Aurora' prossegue no estilo aforístico da filosofia de Friedrich Nietzsche (1844-1900), inaugurado com 'Humano, demasiado humano' (1878). Em 575 aforismos - cuja extensão varia de duas linhas a algumas páginas -, Nietzsche elabora sua crítica da moral cristã-ocidental e dos conceitos a ela associados, como 'alma', 'Deus', 'pecado', 'sujeito' e 'livre-arbítrio', que segundo o filósofo seriam ficções prejudiciais à vida. No subtítulo do livro, a palavra 'preconceito' é usada no sentido filosófico de concepção formada antes do julgamento (um 'pré-juízo'). A epígrafe ('Há tantas auroras que não brilharam ainda', extraído das escrituras hindus) explica o título e traduz a esperança nietzscheana de um mundo novo, livre das ilusões religiosas, morais e intelectuais criticadas pelo filósofo. Essa edição inclui o importante prólogo acrescentado em 1886 e, num apêndice bilíngüe, o grupo de poemas intitulados 'Idílios de Messina', de 1882.
Nietzsche - Humano Demasiado Humano - Um Livro para Espíritos Livres [Espanhol]
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Este livro é composto de duas coletâneas de aforismos: Opiniões e sentenças diversas, de 1879, e O andarilho e sua sombra, de 1880. Elas foram publicadas originalmente como continuações de Humano, demasiado humano (de 1878). Alguns anos depois, ao reeditar suas obras e escrever novos prefácios para elas, Nietzsche juntou essas duas num só volume, dando-lhe o título geral de Humano, demasiado humano II. Então elas passaram a constituir a mais ampla reunião de aforismos do autor - um total de 758. Eles desenvolvem e aprofundam os variados temas do livro anterior, de modo que interessam não apenas a estudiosos da filosofia, mas também a psicólogos, artistas, historiadores, sociólogos, teólogos e juristas.
Nietzsche - Ecce Homo - Ou como se chega a ser o que se é
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Lucas Zanin
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Ecce Homo é uma das obras mais controvertidas de Nietzsche, publicada em meio ao agravamento de sua doença e transtorno mental. A intenção de Nietzsche ao deixar esta última obra, pelas suas próprias palavras, era de não ser confundido ou mal compreendido. Tinha receio de ser "santificado" ou idolatrado e, por isso mesmo, deixou claro que não era nem santo (cita-se: "Eu sou um aprendiz do filósofo Dionísio, e faço gosto de ser tomado antes como sátiro do que um santo.") e que não desejava ser imitado e sim ser tomado como modelo (como já citado em A Gaia Ciência). Neste livro ele não economiza palavras para citar grandes autores (muito ou pouco conhecidos). Explica o momento da vida no qual publicou cada uma de suas obras, dando, inclusive, em alguns casos, uma sinopse dos escritos. Elogia, inclusive, aquela que considera como obra máxima, não apenas sua, mas de toda humanidade: Assim Falou Zaratustra. Antes de sua profunda enfermidade, fez questão de saber que seu livro havia sido publicado e traduzido.
A Origem Das Espécies - Charles Darwin
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on sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
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As idéias gerais da Teoria da Evolução das Espécies sofreram, aos poucos, alterações e aperfeiçoamentos. Todavia, as teses do evolucionismo subsistem até hoje, e o nome da ?arwin ficou ligado a uma das mais notáveis concepções do espírito humano. Na base da teoria evolucionista de Darwin está a luta pela vida. Somente os mais fortes e os mais aptos conseguem sobreviver, e a própria natureza se incumbe de proceder a essa seleção natural.
O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder
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Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais foram mandados do Líbano, por um major desconhecido, para uma tal de Hilde Knag, jovem que Sofia igualmente desconhece.
O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste fascinante romance, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países em que foi lançado. De capítulo em capítulo, de "lição" em "lição", o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofia ocidental - dos pré-socráticos aos pós-modernos -, ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante thriller que toma um rumo muito surpreendente.
Prêmio Monteiro Lobato "A Melhor Tradução/Jovem" pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ 1995
A Política - Aristóteles
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Lucas Zanin
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Política, é um texto do filósofo grego Aristóteles de Estagira. É composto por oito livros (I: 1252a - 1260b, II: 1261a - 1274b, III: 1275a - 1288b, IV: 1289a - 1301b, V: 1301b - 1316b, VI: 1317a - 1323a, VII: 1323b - 1337a, VIII: 1337b - 1342b) e não existem dúvidas acerca da autenticidade da obra. Acredita-se que as reflexões aristotélicas sobre a política originam-se da época em que ele era preceptor de Alexandre. Ao mesmo tempo, Aristóteles compôs para Alexandre duas obras de caráter político que se perderam: Os colonos e Sobre a monarquia.
Na filosofia aristotélica a política é a ciência que tem por objeto a felicidade humana e divide-se em ética (que se preocupa com a felicidade individual do homem na pólis) e na política propriamente dita (que se preocupa com a felicidade coletiva da pólis). O objetivo de Aristóteles com sua Política é justamente investigar as formas de governo e as instituições capazes de assegurar uma vida feliz ao cidadão. Por isso mesmo, a política situa-se no âmbito das ciências práticas, ou seja, as ciências que buscam o conhecimento como meio para ação.
Segundo o filósofo:
"Vemos que toda cidade é uma espécie de comunidade, e toda comunidade se forma com vistas a algum bem, pois todas as ações de todos os homens são praticadas com vistas ao que lhes parece um bem; se todas as comunidades visam a algum bem, é evidente que a mais importante de todas elas e que inclui todas as outras tem mais que todas este objetivo e visa ao mais importante de todos os bens; ela se chama cidade e é a comunidade política" (Pol., 1252a).
O Príncipe
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Lucas Zanin
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O Príncipe de Maquiavel, escrito em 1513, expressou pela primeira vez a noção de Estado como forma de organização da sociedade do modo como a conhecemos hoje. É sobretudo por isso que seu autor é considerado o pai da moderna ciência política. Na época, a obra foi concebida como um manual cuja finalidade era ensinar a um novo príncipe que, para conservar o poder e o controle em seu Estado, é preciso não só agir com grande sutileza - e mesmo com astúcia e crueldade - mas também manter um exército. A incrível resistência ao tempo - que caracteriza os clássicos deve-se à versatilidade do texto que tem permitido as mais diversas interpretações a leitores de todas as gerações.
Coletânea Friedrich Nietzsche - Para Além do Bem e do Mal, Vontade de Potência, A Origem da Tragédia, Assim Falou Zaratustra, Crepúsculo dos Ídolos, O Anticristo
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Lucas Zanin
on quarta-feira, 30 de novembro de 2011
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Como muitos me pedem, resolvi então fazer uma coletânea com os melhores livros de um dos maiores filósofos de todos os tempos, Friedrich Nietzsche, aqui estão incluídos os livros: Para Além do Bem e do Mal, Vontade de Potência, A Origem da Tragédia, Assim Falou Zaratustra, Crepúsculo dos Ídolos, O Anticristo. Aproveitem!
Discurso do método
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Lucas Zanin
on quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
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Cogito ergo sum. "Penso, logo existo". Tal proposição resume o espírito de René Descartes (1596-1650), sábio francês cujo Discurso do Método inaugurou a filosofia moderna. Em 1637, em uma época em que a força da razão tal qual a conhecemos era muito mais do que incipiente, e em que textos filosóficos eram escritos em latim, voltados apenas para os doutores, Descartes publicou Discurso do Método, redigido em língua vulgar, isto é, o francês. Ele defendia o "uso público" da razão e escreveu o ensaio pensando em uma audiência ampla. Queria que a razão - este privilégio único dos seres humanos - fosse exatamente isso, um privilégio de todos homens dotados de senso comum. Trata-se de um manual da razão, um prático "modo de usar". Moderno, Descartes postulava a idéia de que a razão deveria permear todos os domínios da vida humana e que a apreciação racional era parâmetro para todas as coisas, numa atividade libertadora, voltada contra qualquer dogmatismo. Evidentemente, tal premissa revolucionária lhe causaria problemas, sobretudo no âmbito da igreja: em 1663, vários de seus livros foram colocados no Índex. Razão alegada: a aplicação de exercícios metafísicos em assuntos religiosos. Discurso do Método mostra por que Descartes - para quem "mente", "espírito", "alma" e "razão" significavam a mesma coisa - marcou indelevelmente a história do pensamento.
Autor:René Descartes


























